Ao todo serão definidos nove representantes que deverão liderar o Sindicato no quadriênio de 2025 a 2029
Nesta quinta-feira (13) bancários de Londrina vão às urnas para escolher a nova diretoria que ficará à frente do Sindicato no quadriênio de 2025 a 2029.
Serão eleitos nove membros para compor a diretoria executiva, diretoria adjunta e conselho fiscal.
Caso seja necessário, um segundo turno ocorrerá na semana seguinte a primeira votação, em 20 de março.
Ao todo, serão disponibilizadas 16 urnas, sendo uma fixada na sede do coletivo (Avenida Rio de Janeiro, nº 854, centro) e as demais itinerantes, percorrendo todos os locais de trabalho da base do Sindicato.
Dirceu Quinelato, secretário de imprensa do Sindicato, pontua que a participação no processo eleitoral, além de um momento de avaliação do trabalho sindical, é importante para avançar nas conquistas para a categoria, o que ultrapassa as pautas econômicas.
“Lutar contra o assédio moral e as metas abusivas que adoecem a categoria bancária”, assinala.
Conforme informado pelo Portal Verdade, profissionais do setor bancário vivem uma crise de saúde mental que se aprofunda a cada ano. Estudos reforçam o alerta de que 80% dos bancários relatam algum tipo de problema de saúde mental e metade deles já está em acompanhamento psiquiátrico (relembre aqui).
A liderança também destaca que a base é uma das poucas que possui uma CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) de abrangência nacional, ou seja, os salários, benefícios e condições de trabalho devem ser iguais para os funcionários do setor bancário em todo o país. De acordo com ele, esta conquista deve ser mantida pela próxima gestão.
“São os trabalhadores que decidem o destino do Sindicato e é o momento de colocar nosso trabalho pra avaliação dos nossos representados”, reforça.
Concorre a chapa única “O Sindicato é d@s Bancári@s” liderada por Laurito Porto de Lira Filho, funcionário do Banco do Brasil e atual secretário de Formação do Sindicato.

Franciele Rodrigues
Jornalista e cientista social. Atualmente, é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem desenvolvido pesquisas sobre gênero, religião e pensamento decolonial. É uma das criadoras do "O que elas pensam?", um podcast sobre política na perspectiva de mulheres.











