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Home PARANÁ

Estradas do Paraná estão piores do que em 2023, avalia pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes

22 de novembro de 2024
em PARANÁ, Últimas Notícias
Estradas do Paraná estão piores do que em 2023, avalia pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes

Condições piores afetam economia, avalia federação — Foto: Reprodução/RPC

Em 2023, 14% dos trechos foram considerados ‘ruins’. Neste ano, o número subiu para 20%. Estradas em condições ruins afetam diretamente a economia do estado, conforme Fetranspar

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) avaliou a condição de 6.429 quilômetros de estradas estaduais e federais do Paraná e chegou à conclusão de que elas estão piores.

A pesquisa faz o levantamento da malha rodoviária de todo o Brasil. Nela, são avaliadas as condições dos diversos elementos que a constituem. São consideradas 22 variáveis, como condições do pavimento, das placas, do acostamento, de curvas e de pontes.

O levantamento de campo realizado por 24 equipes foi feito ao longo de 30 dias, entre junho e julho deste ano.

Conforme o levantamento, a quantidade de estradas consideradas “ruins” aumentou entre 2023 e 2024. No ano passado, 14% dos trechos estavam em más condições. Neste ano, o número subiu para 20%.

O levantamento mostrou também que, em 2024, apenas 6% das estradas avaliadas foram consideradas “ótimas”. O número caiu em comparação com o ano anterior, quando 12% das rodovias receberam esta classificação.

Em compensação, as estradas consideradas “boas” aumentaram. Em 2023, 28% delas se encaixavam na avaliação. Agora, são 31%.

Condições piores afetam economia

De acordo com a pesquisa, as piores condições de estradas estão no interior do Paraná, com destaque para a PR-495, no trecho entre Marechal Cândido Rondon e Medianeira, e a PR-317, no trecho entre Toledo e Santa Helena.

Na BR-280, entre Marmeleiro e Barracão, e na BR-158, entre Palmital e Laranjeiras do Sul, a situação também é considerada crítica.

Além dos riscos aos motoristas, estradas em condições ruins afetam diretamente a economia do estado, conforme a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar).

Segundo o órgão, as rodovias em más condições provocam atrasos nas entregas, problemas mecânicos e prejuízos. Nesses casos, conforme a federação, o custo de um frete pode aumentar em mais de 30%.

“Há o aumento do custo operacional do transporte, pelo atraso, pelo aumento do combustível… Isso tudo cai no produto final, na mesa do consumidor”, explica Sérgio Luiz Malucelli, presidente da Fetranspar.

O que dizem os órgãos responsáveis pelas estradas paranaenses

Por meio de nota, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) afirmou que tem investimentos de aproximadamente R$ 1,7 bilhão, divididos em dezenas de contratos de conservação, manutenção, operação de tráfego, segurança viária, balanças e manutenção de pontes e viadutos, voltados para os 10 mil quilômetros de malha rodoviária estadual que administra.

O órgão disse ainda que, conforme uma avaliação própria, 68% da malha rodoviária estadual estava em condições Boa e Ótima, 28% em condição Regular, e 4% em condições Ruim e Péssimo.

Estradas do Paraná estão piores, avalia pesquisa. Foto: Reprodução/RPC

Sobre o trecho da PR-317 entre Toledo e Santa Helena, indicado como um dos mais críticos pela pesquisa, o DER afirmou que fez serviços de conservação entre 2023 e 2024, sendo eles remendos superficiais do pavimento, revestimento asfáltico, microrrevestimento asfáltico e nova sinalização horizontal, o que “deixaram o pavimento em ótimas condições”, conforme o órgão.

Disse ainda que o trecho da mesma rodovia entre São Clemente e Santa Helena recebeu serviços semelhantes em 2021.

“Atualmente está em boas condições, recebendo manutenção emergencial (operação tapa-buraco) quando surgem danos na pista, até serem providenciados os remendos necessários”, diz a nota.

Sobre a sinalização, o DER pontua que ambos trechos receberam recentemente sinalização horizontal definitiva.

Em relação à PR-495, entre Marechal Cândido Rondon e Medianeira, o órgão afirma que a rodovia passou por serviços de conservação ao longo de toda a extensão entre 2020 e 2021.

Conforme o DER, foram remendos superficiais do pavimento, microrrevestimento asfáltico, nova sinalização horizontal e implantação de tachas refletivas bidirecionais, melhorando a trafegabilidade em geral e deixando o pavimento em boas condições.

Atualmente, segundo o órgão, o trecho recebe manutenção quando surgem danos na pista, com operação tapa-buraco emergencial até ser realizado o remendo no local.

Em relação à sinalização da via, o DER afirma que faz reforço da sinalização horizontal e recomposição da sinalização vertical, garantindo que todo o trecho conte com a sinalização necessária.

“Melhorias na geometria dos trechos não estão previstas no momento, sendo necessárias obras para alterar o traçado da pista. Porém, todos os pontos mais críticos contam com sinalização específica para melhorar a segurança viária, conforme projetos básicos elaborados por meio do Proseg Paraná”, afirma a nota.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que administra aproximadamente 3,3 mil quilômetros de rodovias no Paraná, afirmou que “monitora mensalmente a condição da malha rodoviária sob sua jurisdição e trabalha para garantir o melhor nível de serviço dentro da disponibilidade orçamentária”.

Conforme o órgão, o monitoramento é feito a partir de uma metodologia própria de avaliação das condições da manutenção do pavimento e da conservação das rodovias federais em todo o país, que considera a situação da pista, sinalização, funcionamento dos dispositivos de drenagem, entre outros itens.

Os critérios seguidos pela autarquia consideram quatro classificações, sendo elas bom, regular, ruim e péssimo.

“Conforme o último levantamento realizado pelos técnicos da autarquia (outubro/24), em 2,2 mil quilômetros das rodovias (69%) o ICM apontou que as condições são boas e cerca de 672 quilômetros (20%) estão regulares. No caso dos trechos da BR-158/PR administrados pelo DNIT, 47% estão na classificação ‘bom’ do ICM e 18% na classificação ‘regular’. Já em relação aos segmentos da BR-280/PR sob os cuidados do Departamento, 86% da rodovia no Paraná estão classificados como ‘bom'”, afirma o DNIT.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apontou que a maior parte das rodovias concedidas à iniciativa privada foi classificada como “ótimo”, “bom” ou “regular”.

Disse também que as rodocias BR-158 e PR-317 possuem trechos contemplados no projeto de concessão do Lote 5, que está atualmente em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU).


Fonte: G1

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Tags: EstradasParanáTransportes
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