O Paraná confirmou a primeira morte por dengue em 2026. A vítima é um idoso de 89 anos, morador do município de Leópolis, no Norte do Estado. O óbito foi registrado em Cornélio Procópio, onde ele estava internado para tratamento da doença.
A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), que também atualizou o cenário da dengue no Estado neste início de ano. Até agora, 322 casos foram confirmados, com 11 evoluindo para quadros considerados graves.
Além dos diagnósticos já confirmados, o Paraná contabiliza mais de quatro mil notificações suspeitas de dengue em 2026. O número é menor do que o observado no mesmo período de 2025, quando cerca de 12 mil ocorrências haviam sido registradas.
Mesmo com a redução, as autoridades de saúde alertam que o risco permanece alto, principalmente por causa das condições favoráveis à reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Combate ao mosquito continua sendo essencial
A Sesa reforça que evitar água parada ainda é a principal forma de prevenção. Pratos de plantas, calhas, caixas d’água destampadas, pneus e recipientes esquecidos em quintais e terrenos baldios seguem como os maiores focos do mosquito.
Com a confirmação do primeiro óbito por dengue em 2026, o Estado volta a pedir atenção redobrada da população. A eliminação de criadouros e a busca por atendimento médico aos primeiros sinais da doença como febre alta, dor no corpo, atrás dos olhos e mal-estar, são medidas que ajudam a reduzir complicações e salvar vidas.
Fonte: Bem Paraná












