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Home CIDADE

Parceria entre UEL e a Maternidade Lucilla Ballalai oferece oficina para gestantes

6 de dezembro de 2024
em CIDADE, SAÚDE
Parceria entre UEL e a Maternidade Lucilla Ballalai oferece oficina para gestantes

Foto: Reprodução

Iniciativa busca empoderar futuras mães com conhecimento prático e suporte emocional para vivenciarem um parto mais seguro

Em conjunto com o Programa de Residência de Fisioterapia em Uroginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Maternidade Municipal de Londrina oferece uma oficina gratuita voltada para gestantes. A iniciativa busca promover a saúde física e emocional das futuras mães, preparando-as para o momento do parto.

Inaugurada em 1992, a Maternidade Lucila Ballalai é referência em humanização do parto e assistência integral à saúde da mulher e do bebê em Londrina. Integrada à Secretaria Municipal de Saúde, a unidade conta com uma equipe multidisciplinar composta por médicos obstetras, pediatras, neonatologistas, anestesistas, além de assistentes sociais, psicólogos, fonoaudiólogos e nutricionistas. 

Em 2023, a instituição celebrou um momento histórico: o nascimento do bebê de número 100 mil desde sua inauguração. Segundo Regina Adário, coordenadora de Enfermagem da Maternidade, no local são realizados, em média, 2.000 partos por ano o que representa 170 partos por mês.

Adário destaca que a oficina representa mais uma oportunidade de fortalecer o cuidado oferecido às gestantes. “Toda informação compartilhada com a gestante e seu parceiro contribui para o bem-estar no momento do parto, bem como para a segurança emocional de que todos os seus cuidados são fundamentados em experiências positivas que auxiliarão em todo esse processo”, afirma.

A coordenadora também comenta sobre o papel fundamental da equipe de enfermagem durante o atendimento às gestantes. “A equipe de enfermagem, que assiste a paciente 24 horas, acaba por se tornar uma colaboradora de todos os cuidados que envolvem a gestante nesse processo”, reforça Regina.

A oficina

A docente do curso de Fisioterapia na UEL, Adriana Paula Fontana de Carvalho, está à frente da coordenação da oficina que também conta com as residentes em Fisioterapia em Uroginecologia e Obstetrícia.  

Adriana explica que a ideia surgiu a partir de uma necessidade identificada pela equipe da maternidade, devido a ansiedade e as muitas dúvidas com que as mulheres chegam até lá.

“Então a ideia surgiu em tentar suprir um pouco isso, para as mulheres que têm interesse, que querem buscar um pouco mais de informação, de fazer essa oficina e receber essas informações, em relação a por exemplo, a fase de trabalho de parto, como se colocar em cada uma dessas fases, quais são os sinais desse parto, o que é uma contração, o que é uma dilatação, para elas chegarem com um pouco mais de entendimento do que elas vão passar”, afirma.

Durante a oficina, as grávidas e seus acompanhantes participarão de uma dinâmica que combina teoria e prática. Em pequenos grupos, com no máximo 10 participantes, haverá espaço para que angústias e anseios sejam ouvidos e esclarecidos.

A oficina também oferecerá informações detalhadas sobre o processo do trabalho de parto, além de ensinar técnicas como posturas, movimentos e estratégias para aliviar a dor, acelerar a dilatação e tornar o momento do parto mais tranquilo.

Adriana também destaca que um dos objetivos da oficina é ensinar movimentos que as gestantes possam praticar em casa nas últimas semanas de gestação. 

“Queremos ensinar alguns movimentos que já podem ser feitos em casa, como exercícios de mobilidade e de consciência pélvica. Esses movimentos favorecem posturas que ajudam no trabalho feito pela gestante no momento do parto.  A ideia é trazer alguns instrumentos simples que as mulheres possam usar no conforto de suas casas, nas semanas finais de gestação”, acrescenta.  

Em relação ao público-alvo da oficina, Adriana explica que o foco está em gestantes que estão em um momento mais avançado da gestação, para que as informações oferecidas na oficina sejam mais eficazes. 

“A gente pede que a gestante esteja com pelo menos 30 semanas de gestação, porque com menos tempo a informação vai ficando muito distante do parto. Então, ela se perde. A gestante com 30 semanas ou mais já consegue se identificar mais com essas informações e  com o que a gente vai descrever. Então, de 30 semanas até 39 semanas é o nosso público-alvo”, compartilha..

A coordenadora explica que serão ofertadas 10 vagas para cada encontro, cada gestante com seu parceiro e que a oficina será realizada uma vez por mês, com grupos diferentes a cada encontro.

“Teremos a oficina aberta uma vez por mês. A cada encontro, trabalhamos com um novo grupo de gestantes e seus acompanhantes, e no próximo mês abrimos mais vagas para outro grupo”, detalha.

Adriana explica que o formato atual da oficina, com um único encontro mensal, é o início de um projeto que poderá ser ampliado no futuro. “Mais adiante, claro que é um sonho ter um curso para gestantes, com vários encontros consecutivos e mais profissionais envolvidos. Mas o primeiro passo que estamos dando é essa oficina que é em um encontro único”, conclui.

Gestantes poderão aprender sobre as fases do parto, posturas que aliviam dores e estratégias para uma experiência mais confortável
Foto: Reprodução

Violência obstétrica

Além de toda a preparação física e emocional que a oficina pode proporcionar para as gestantes, ela também pretende ajudar na prevenção da violência obstétrica, fornecendo às grávidas informações sobre o processo de parto e seus direitos durante o cuidado. 

Com entendimento sobre o que se pode esperar e como proceder, as futuras mães estão melhor equipadas para detectar e prevenir práticas impróprias ou desrespeitosas.

O levantamento Nascer no Brasil, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 2012, aponta que 30% das mulheres atendidas em hospitais privados sofrem violência obstétrica, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS) essa taxa sobe para 45%. 

Além disso, dados da Fundação Perseu Abramo, obtidos pela pesquisa Mulheres brasileiras e Gênero nos espaços público e privado, de 2010, indicam que uma em cada quatro mulheres já vivenciou esse tipo de violência no Brasil.

Denúncias de episódios de violência obstétrica podem ser feitas no hospital ou serviço de saúde onde o atendimento foi realizado, ou ainda na secretaria de saúde responsável pelo estabelecimento, seja municipal, estadual ou distrital. 

Também é possível recorrer aos conselhos de classe, como o Conselho Regional de Medicina (CRM) para médicos e o Conselho Regional de Enfermagem (COREN) para enfermeiros ou técnicos de enfermagem. 

Para orientações e registros de denúncia, as mulheres podem ligar para a Central de Atendimento à Mulher (180) ou para o Disque Saúde (136).

Serviço

As oficinas irão acontecer no Anfiteatro da Maternidade e a primeira edição está marcada para o dia 21 de novembro, das 15h às 17h. A agenda de dezembro será aberta amanhã (14).

As inscrições podem ser realizadas no site da Prefeitura de Londrina, na seção de agendamentos eletrônicos. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com a Maternidade pelo telefone (43) 3372-9850.

Matéria da estagiária Fernanda Soares sob supervisão.

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Tags: #DasemanaLondrinaMaternidade Municipal de LondrinaOficinaPortal VerdadeSaúdeUEL
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