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Home EDUCAÇÃO

Ratinho mantém silêncio sobre equiparação salarial do magistério; APP repudia política de desvalorização dos trabalhadores da educação

2 de abril de 2026
em EDUCAÇÃO, PARANÁ, TRABALHO, Últimas Notícias
Ratinho mantém silêncio sobre equiparação salarial do magistério; APP repudia política de desvalorização dos trabalhadores da educação

Foto: Altavista/APP-Sindicato

Categoria critica o não envio de projetos à ALEP e reafirma cobrança por valorização das carreiras e justiça salarial

A APP-Sindicato (Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Paraná) repudiou o posicionamento do governador Ratinho Júnior (PSD) de não enviar para a ALEP (Assembleia Legislativa do Paraná) proposta de equiparação salarial do magistério.

Em nota, a entidade afirmou que “o governador alardeia aos quatro ventos que o Paraná tem a ‘melhor educação do país’ mas encobre que isso se dá às custas da defasagem salarial, do assédio, da punição, do adoecimento dos educadores. Este governo transformou o Paraná em um balcão de negócios para privilegiar os mais ricos, avançando na privatização do estado e das escolas”.

Nesta terça-feira (31), os parlamentares aprovaram 5% de recomposição salarial para servidores vinculados ao Executivo e a unificação da tabela salarial dos agentes de apoio (saiba mais aqui).

No entanto, o Palácio do Iguaçu permanece em silêncio sobre pautas centrais para os educadores. A categoria solicita o mesmo tratamento dado por Ratinho Júnior aos demais servidores estaduais com exigência de ensino superior.

“O não envio da reformulação das demais carreiras foi uma decisão tomada pelo governador, após ele mudar seus planos eleitorais. Nós não aceitamos essa decisão, porque os salários dos professores do Paraná são um dos piores do Brasil e a nossa carreira é a única que ainda não foi reformulada. Por isso, vamos continuar a luta, porque a gente quer justiça salarial já”, indica a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.

O salário de ingresso na rede estadual de ensino no Paraná é o terceiro mais baixo do país (R$ 4.920,55), atrás apenas dos valores pagos em Minas Gerais (R$ 4.867,97) e no Rio de Janeiro (R$ 4.867,77).

Os dados partem do levantamento “Planos de Carreira e Remuneração do Magistério – Redes Públicas Estaduais – 2025”, divulgado no fim de fevereiro pelo movimento Profissão Docente. 

Além disso, a APP-Sindicato alerta que a carreira do magistério do Paraná é a única que ainda não passou por reforma durante a gestão Ratinho Júnior.

No ano passado, o governo estadual concedeu um reajuste fixo (R$ 250 para jornada de 20 horas semanais e R$ 500 para 40 horas), o que acabou achatando os salários de quem ganha mais (relembre aqui).

Segundo levantamento do Sindicato, enquanto outros servidores com ensino superior recebem, em média, R$ 7,9 mil como salário inicial, a remuneração dos professores no começo da carreira é de R$ 4,9 mil, ou seja, uma diferença de 37%.

Um grupo de trabalho composto pela APP-Sindicato, Secretaria Estadual de Educação, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Administração elaborou uma proposta de correção desta distorção, propondo a equiparação do salário dos professores com a mesma tabela salarial utilizada pelo governo para os agentes de execução.

O trabalho foi realizado durante o ano de 2025 considerando também o limite de recursos informado pela administração para viabilizar a reforma e, por isso, sua implantação completa é prevista para ocorrer em quatro etapas distribuídas em três anos. 

O relatório final, com os estudos e a minuta do projeto de lei foi entregue no início deste ano. O documento aguarda decisão do governador Ratinho Júnior, que precisa encaminhar o projeto de lei para aprovação na Assembleia Legislativa do Paraná.

APP-Sindicato exige isonomia salarial entre servidores com nível superior – Foto: Altvista/APP-Sindicato

Além da equiparação salarial, a APP reivindica ajustes nas carreiras de funcionários de escola. Nesta terça-feira, os educadores protestaram em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual. A manifestação visou denunciar a política de desvalorização dos trabalhadores da educação.

“É lamentável esta opção do governo em ter feito a recomposição salarial de todas as categorias do estado e ter feito, inclusive, correções salariais já pleiteadas por estas categorias e somente deixar de lado a reestruturação da carreira dos professores e professoras”, avalia Nádia Brixner, coordenadora do FES (Fórum das Entidades Sindicais do Paraná) e secretária de Funcionários da APP-Sindicato.

“É a melhor educação anunciada pelo governo, porém, o pior salário pago aos professores e professoras e, da mesma forma, aos funcionários de escola. Não fazer a recomposição salarial dos professores e professoras mostra o quanto o governador Ratinho não valoriza os servidores, já que esta é a maior categoria”, ela complementa. 

Para a liderança, a desvalorização da categoria reforça um projeto mais amplo de educação, orientado por uma lógica privatista, que tem levado ao adoecimento massivo da categoria.

“A opção é garantir investimento em plataformas, em empresas terceirizadas, em compra de uniformes, em compra de equipamentos tecnológicos, ao invés de valorizar esses profissionais. Hoje, os professores que ingressam no concurso público, com nível superior, que trabalham 40 horas, recebem R$ 3 mil a menos do que um trabalhador da saúde, por exemplo, que também ingressa no concurso com o nível superior e trabalha 40 horas semanais. Esta disparidade mostra como o governador não valoriza a educação”, salienta Brixner. 

“O governo tem dinheiro, o projeto tem viabilidade técnica e financeira, todas as carreiras já passaram por reformulação, mas só a nossa ainda não. Essa negativa é uma posição do governador, o que revela sua falta de vontade política de valorizar os profissionais que, segundo a própria propaganda dele, fazem a melhor educação do país. Não é justo que o dinheiro dos nossos salários seja desviado para gastos com empresas e outras despesas e que o Paraná pague um dos piores salários do país para seus professores. A nossa luta é justa e, por isso, não vamos desistir”, complementa Mazeto.

Leia abaixo a íntegra da nota:

O desprezo do governador Ratinho Jr. pela educação paranaense

Neste último ano, temos feito, incansavelmente, a luta pela equiparação salarial do magistério em relação a outras categorias do Executivo paranaense.  O magistério é a única categoria que não teve mudanças em sua carreira durante o governo Ratinho Jr. E de tanto retirar direitos e salários do magistério, o  Paraná paga hoje o terceiro pior salário às(aos) suas(seus) professoras(es), segundo pesquisa recém-publicada em jornal de grande circulação nacional. Também insistimos nos ajustes na tabela dos agentes I e II e por uma forma de reajuste para as(os) aposentadas(os).  

No que se refere à equiparação salarial do magistério, a luta nos levou à constituição de um grupo de trabalho composto pela APP-Sindicato e três secretarias de Estado (Sefa, Seap e Seed). Foram meses de discussões e idas e vindas em negociações até que se chegasse ao relatório final, assinado por todas(as) – nós e as secretarias -, demonstrando haver viabilidade na proposta, principalmente sob o aspecto financeiro. 

Do grupo de trabalho, o documento foi encaminhado à Casa Civil e às mãos do governador. No entanto, o posicionamento autoritário do governador foi o de NEGAR a proposta. Mais uma vez, Ratinho Jr. demonstra o seu profundo descaso e desprezo pelo magistério. Outras pautas que estão na nossa campanha salarial, como a que ajusta o tempo de serviço na  carreira das(os) Agente II e a garantia por uma lei de reajuste às(aos) aposentadas(os) sem paridade, também foram negadas por Ratinho. 

E mesmo o anúncio de 5% de data base para todas(os) servidoras(es) – insuficiente diante das perdas salariais acumuladas – e a adequação da carreira das(os) Agente Educacional I só veio por meio da intensa luta unificada das(os) servidoras(es), no Fórum das Entidades Sindicais (FES).

O governador alardeia aos quatro ventos que o Paraná tem a “melhor educação do país”, mas encobre que isso se dá às custas da defasagem salarial, do assédio, da punição, do adoecimento das(os) educadoras(es). Este governo transformou o Paraná em um balcão de negócios para privilegiar os mais ricos, avançando na privatização do Estado e das escolas.

Resistiremos! A escola pública resistirá! 

Iniciamos 2025 mobilizando a categoria para a equiparação salarial. Na Campanha salarial de 2026, reafirmamos como centralidade os ajustes nas carreiras das(os) Agente I e II e uma política de reajuste para as(os) aposentadas(os) sem paridade, além da data-base. 

Sabíamos que diante deste governo autoritário, que desvaloriza o funcionalismo público e tem como projeto a privatização total do Estado, as dificuldades que teríamos para avançar seriam grandes. Mas fizemos a luta. E o que é da luta não se perde, é horizonte para mais. 

Por isso, continuaremos insistindo para que a equiparação ocorra, assim como outros itens da pauta que também fazem justiça às(os) funcionárias(os) de escola e aposentadas continuarão no nosso horizonte de lutas.

Se o governador, no alto de sua prepotência, nos diz não, mais mobilizadas(os) precisaremos estar para fazer frente ao descaso e ao desprezo com que ele disse esse não. E não é a primeira vez que ele faz isso. É algo recorrente ao longo destes quase oito anos. E, ao longo deste período, não nos faltou resistência, como não nos faltará agora.

Quem tem medo de formiga, não atiça o formigueiro!

Não daremos trégua: nossa luta é e sempre será contra a destruição das políticas públicas, da escola pública e por melhores condições de trabalho e salário para as(os) professoras(es) e as(as) funcionárias(os) de escola. Nesses 79 anos, não nos faltou o calejamento da luta. E continuaremos assim até o fim deste governo ou de outros que venham com suas políticas autoritárias e truculentas. 

Não desistiremos: Justiça Salarial Já! 

A direção da APP-Sindicato convocará a categoria para o debate dos futuros passos e deliberações da luta.

Direção Estadual da App Sindicato

Franciele Rodrigues
+ postsBio

Jornalista e cientista social. Doutora em Sociologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem desenvolvido pesquisas sobre gênero; religião; política e pensamento decolonial. É uma das criadoras do "O que elas pensam?", um podcast independente sobre política na perspectiva de mulheres.

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Tags: ALEPAPP-SindicatoDestaqueDesvalorizaçãoEquiparação salarialPortal VerdadeRATINHO JÚNIOR
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