O processo disciplinar que resultou na exoneração do gestor da 18ª Regional de Saúde, em Cornélio Procópio, por diversas práticas de assédio laboral revela um modelo de gestão liderado pelo atual governador, Ratinho Junior.
Assédio moral, perseguição, coerção e ameaças públicas foram algumas das práticas que adoeceram muitas/os servidoras/es da unidade e os fizeram, com apoio do SindSaúde-PR, mover uma série de denúncias contra a chefia assediadora nas instâncias formais como Ouvidoria do Estado e Ministério Público.
Somado a todas essas atitudes, as/os servidoras/es da 18ª Regional de Saúde ainda são sujeitados a trabalhar em um prédio com diversos problemas estruturais. Mais uma entre as diversas negligências administrativas presentes naquele local de trabalho e em outras unidades da Sesa.
Modelo Paraná
A exoneração do gestor assediador foi uma vitória das trabalhadoras/es das 18ª Regional, mas não coloca fim na luta contra o assédio laboral. Isso porque essa prática faz parte de uma política de governo da gestão Ratinho Junior.
O SindSaúde-PR tem recebido cada vez mais denúncias sobre assédio moral e violências no trabalho, o que tem gerado um número cada vez mais alarmante de afastamentos por conta de adoecimento mental como depressão, ansiedade e síndrome de bornout.
Luta
A vitória conquistada pelas/os servidoras/es de Cornélio Procópio é a prova de que com união e luta é possível enfrentar e derrotar o estado-patrão
Atendimento
O SindSaúde-PR oferece atendimento especializado para as/os sindicalizadas/os vítimas de assédio laboral ou que estão adoecidos por conta do trabalho. Também é possível fazer denúncias acerca desses tipos de ocorrência.
O atendimento individualizado pode ser feito de forma presencial ou remoto mediante agendamento prévio por meio do telefone (41) 98898-4489.
Fonte: SindSaúde-PR












